Antes ter pessoas contra mim do que estar eu contra mim própria.
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23 de janeiro de 2012
Frases #4
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16 de outubro de 2011
1 de agosto de 2011
23 de março de 2011
São muitas as conclusões...
Hoje é dia de muitas conclusões.
Quando tenho um tempinho para mim em casa, apesar de ter tanta coisa pa fazer, dou por mim a reflectir. E eu reflicto sobre tudo o que se tem passado desde que cheguei...
Já uma grande amiga me dizia "quando regressares verás quem são os teus verdadeiros amigos" e ela bem tinha razão.
Cheguei ainda não fez dois meses e já descobri, ou confirmei, muita coisa acerca das pessoas e do tempo que aqui deixei... Mas lá está, não se podem mudar mentalidades. Cada um age de acordo com a sua consciência e eu nada posso fazer, por muito que me custe e tenha vontade que as coisas tomem outro rumo.
Tudo o que posso fazer é agradecer!
Agradecer o facto de todos os dias me mostrares que todo o tempo que investi em ti não valeu de nada. Não valeu nem para conservar a amizade que havia entre nós.
Agradecer teres mostrado que afinal não posso contar contigo quando mais preciso, apesar de me teres prometido que sim.
Agradecer o facto de me teres feito ver que afinal não és assim tão boa pessoa. Que não fiz assim tão mal ter acabado tudo. Que afinal não te conhecia assim tão bem. Que não vale a pena ter sentimentos de amizade por uma pessoa que não o merece. Que não vale a pena eu ficar triste, sentir remorso, por ter te magoado. Que não vale a pena eu ficar triste por não quereres saber.
Agradecer principalmente, me teres feito ver que, no fim de contas, não perdi nada de bom...
Obrigada.
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1 de dezembro de 2010
12 de novembro de 2010
7 de outubro de 2010
29 de agosto de 2010
Todas as viagens têm fim...
Foi uma longa viagem.
Uma viagem que vou recordar para sempre.
Que me ensinou muita coisa sobre mim própria.
Que me ofereceu momentos incríveis, ao lado de uma pessoa igualmente incrível!
Mesmo quando não queremos que ela acabe, damos por nós e ela já passou. Já chegou ao fim. Já teve o seu tempo e está na hora de partir para outra viagem. Não necessariamente uma viagem acompanhada de outra pessoa. Simplesmente uma viagem diferente. Agora sozinha. Agora por conta própria.
Se fui feliz? Fui. Fui muito feliz. Atingi momentos de felicidade que não pensei atingir! Mas, por vezes, gostar só não chega. Todos sabemos - mais cedo ou mais tarde - que são necessárias outras coisas para manter uma viagem destas sobre rodas. Para fazê-la seguir caminho. Continuar o seu curso.
É preciso motivação, que a outra parte nos complete e nos leve onde nós sozinhos não conseguimos chegar.
Sermos os únicos a ter vontades, sonhos, esperanças, projectos, objectivos não é saudavel. Não nos faz ter vontade de continuar.
Ao nosso lado queremos uma pessoa que nos leve onde nunca fomos. Que nos faça sonhar o que nunca sonhámos. Que nos faça querer o que nunca quisemos. Que nos faça ter esperança por coisas que nunca pensámos que pudessem vir. E tudo isto é ingrato.
É ingrato não escolhermos o que o nosso pequeno coraçãozinho decide gostar/querer. É ingrato não termos o poder de decidir este tipo de coisas. É ingrato para mim e para ele. Porque eu sei que sempre fez tudo ao seu alcance para que "a chama continuasse acesa". É ingrato de um momento para o outro percebermos que se calhar já não faz sentido. Pelo menos por agora. Neste momento.
Talvez seja bom darmos espaço para que a outra pessoa cresça. Para que se conheça melhor a si própria. Para que sozinha descubra aquilo que é e quer ser daqui em diante.
Mas nunca, por nenhum momento, temos o direito de fazer os outros à nossa imagem. Nunca, por nenhum segundo, quiz muda-lo, torna-lo melhor - porque nem eu sei o que é ser "melhor" -, torna-lo diferente daquilo que é. Nunca quiz, nem hei-de querer, muda-lo de acordo com aquilo que eu mais "gosto" ou "quero". Temos que ser fieis a nós próprios. Se os outros não gostam, é problema deles. Isso é certo! Quero apenas, isso sim, que descubra a pessoa que está dentro de si, porque sei que nem ele nem ninguem a conheceu. Sei que lá dentro há muito para se amar, há muito para se conhecer. Tipo um livro perdido com muitos segredos, mistérios e coisas boas para muita gente abrir, ler, conhecer e adorar!
Ou então nada disto é necessário. Se calhar sou apenas eu que não vejo aquilo que ele é. Talvez só agora tenha percebido que quero outra coisa. Nós próprios ao longo de uma relação vamo-nos conhecendo melhor e percebendo (também com a idade) aquilo que queremos para nós. Para a nossa vida. Aquele tipo de pessoa que queremos que esteja a nosso lado.
Eu sei que não tenho que me justificar. Não tenho que explicar o porquê de os sentimentos terem mudado, até porque nem eu própria sei responder a isso... Mas custa.
Custa demais acabar com uma relação de tanto tempo. Custa e dói demais magoarmos a outra pessoa, mesmo não querendo, porque magoar nestas situações é inevitável! Custa acabar com uma relação onde tanto foi partilhado. Mas quero pensar também que foi essencial ao meu crescimento e conhecimento de mim própria. De nenhum momento me arrependo. Não há nada que pense "se fosse hoje, não o fazia". Todos os momentos partilhados entre os dois foram bons e, como dizia eu no início, vou recordá-los para sempre!
Pelo menos, no fim de tudo, guardo um grande amigo no coração. Um grande amigo que sei que vai estar sempre no sítio certo para me ouvir, me apoiar, me aconselhar (o melhor que puder). Um grande amigo que me conhece muito bem. Demasiado bem. E o mesmo serve para ele.
Continuar seria, não só, engana-lo a ele, mas principalmente engarnar-me a mim própria...! Tarde percebi isso. Demorei a entender que para fazer a outra pessoa feliz, primeiro que tudo, nós também temos que ser felizes do lado dela. Não adianta prolongar uma coisa na esperança que o sentimento vai mudar, porque na verdade ele pode nunca vir a mudar. Na verdade, há sempre tendência a piorar. Ou prolonga-la porque não o queremos fazer sofrer, porque não é do nosso feitío magoa-lo e vamos arrastando o inevitavel...
Finalmente tive força e coragem para pôr os meus sentimentos em primeiro plano: ouvi-me a mim própria (coisa que há muito não fazia) e tomei uma decisão que espero ter sido a mais acertada.
Só posso agradecer por tudo o que passámos juntos, guardar os melhores momentos no coração, tomar os piores como lições e pedir-te desculpa se a minha sinceridade magoa.
No meu regresso, quem sabe tudo se recomponha...
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29 de julho de 2010
Música do dia #1
Hoje o espírito é este:
That's what they really waaanntttt!
That's what they really waaanntttt!
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29 de abril de 2010
21 de abril de 2010
Reflexões...
Este é um espaço que é meu certo? - já que sou eu que escrevo nele...
E posso escrever nele o que me apetecer que ninguém tem nada a ver com isso, certo? Serve a carapuça a quem servir, quer eu conheça, quer nunca o tenha visto mais gordo, right? Ora então vou reflectir sobre um assunto giro: Cinismo.
Isto porquê?
Porque sim. Porque me apetece e serve a carapuça a quem tiver que a enfiar, lás está... Bom, adiante...
Não é que eu não saiba o seu significado, mas para dar um ar da sua (minha) graça, achei giro procurar o verdadeiro significado deste nome, tomado tantas vezes como adjectivo para qualificar individualidades. Ora então vamos ao nosso momento pedagógico:
Cínicoadj.adj.1. Pertencente à seita filosófica que desprezava as conveniências sociais.2. Fig. Impudente; obsceno; impudico.3. Med. Próprio de cão.s. m.4. Pessoa dissoluta, sem pudor, desavergonhado.
Agora vou-te dar um minutinho para reflectires sobre o assunto.
...
Já está?
Reflectiste bem?
Agora pensa quantas vezes chamaste isso a uma outra pessoa em conversa com terceiros.
Muitas, né?...
Eu própria acho que mais de metade das pessoas que eu conheço e das que lido diariamente o são.
Por uns e outros motivos podes ter razão em adjectivar essa pessoa com tal palavrinha tão simpática, mas não serás tu mais cínico(a) ainda pelo facto de não teres os chamados tomates para lhe dizer isso directa, frontal e pessoalmente?
Ora poizé...
Aí é que está o cerne da questão.
Que tal olharmos primeiro para o nosso pequeno e esquizitinho umbigo que Deus nos deu antes de falarmos sobre os outros, quando não temos nem coragem de lhes dar um ''bom dia'' ou sequer olhar na cara deles? Hm? Não era nada mal pensado, pois não? Mandar boquinhas infantis não é ser-se menos cínico. Criar intrigas também não. Virar os outros contra a pessoa em questão muito menos. E magoar de forma bruta e ridícula também não me parece que o seja...
Outro assunto (puxado pelos cordelinhos deste), que me tem feito dispender tempinho a reflectir, é o sentido que hoje em dia as pessoa dão à amizade.
Vamos então a mais um momento de pedagogia, já que estou em maré disso...
amizade - relacionamento humano que envolve o conhecimento mútuo e a afeição, além de lealdade ao ponto do altruísmo.
Bom...
O que é que eu posso dizer sobre isto?
Tanta coisa e coisa nenhuma.
Vejo de dia para dia amizades a serem postas de lado. A serem destruídas e reconstruídas, sem nunca ficarem como dantes. Amizades que terminam por dá cá aquela palha. Amigos que se afastam e deixam de dar notícias, como se a amizade que havia não significasse coisa alguma. Amigos que se zangam por coisas tão descabidas, que levam tão a sério essa zanga, que preferem acabar com a amizade ao invés de resolver e reconciliar. Amigos que se deslumbram e esquecem quem sempre esteve aqui. Que julgam o outro por aquilo que acham e não por aquilo que sabem. Que exigem determinadas coisinhas que não se podem exigir de ninguém, porque somos todos livres de espírito, nem que seja só um bocadinho.
Sinceramente, isto dá-me pena.
Pena porque sempre soube que sem amigos não se é tão feliz - por isso me agarro a elas com unhas e dentes. Preocupa-me pensar que essas pessoas nunca saberão acolher novas pessoas na sua vida. Fazer novas amizades. Misturar-se com gente diferente da usual. E mais importante, saber manter amizades a longo prazo.
Quando te aperceberes de tudo isto, vais tentar reatar amigos que perdeste. Reconciliar-te com pessoas que, agora, vês que te xateaste sem mais nem porquê. E quando tentares fazer-lo, vais-te aperceber que já é tarde. Vais finalmente abrir os olhinhos (ou não) e perceber que o mundo não gira à tua volta. Que o mundo e os outros nunca se vão fazer à tua medida. Vais-te aperceber que mesmo quando pensavas que sim, nem sempre tiveste razão. Vais ver que essa pessoa está tão magoada e farta de ti que nem te quer pôr a vista em cima. Vais ver que, por mais que tentes, as coisas nunca vão voltar a ser o que eram...
Há que saber perdoar. Saber conversar os problemas e discuti-los e resolve-los em conjunto. Sermos mais tolerantes - qualidade essa que muito pouca gente tem - e compreensivos. Temos que respeitar o outro, porque ser amigo é respeitar em pleno aquilo de que o outro é feito, mesmo que não gostemos. Em vez de virarmos as costas uns aos outros, deviamos sim crescer juntos. Aprender uns com os outros. Remar para o mesmo lado.
E pronto, ficam aqui mais uns desabafos, esperançados que possam mudar atitudes e sensibilizar coraçõezinhos frios.
É a constante luta por um mundo melhor...
E pronto, ficam aqui mais uns desabafos, esperançados que possam mudar atitudes e sensibilizar coraçõezinhos frios.
É a constante luta por um mundo melhor...
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12 de abril de 2010
9 de março de 2010
Dia Internacional da Mulher
Sei que o dia foi ontem - 8 de Março - mas como tive uns problemazinhos de internet, não pude mostrar a minha anual indignação.
Ora pois que sou (muito) contra o dia da mulher.
"E porquê?" Perguntam vocês. "O dia internacional da mulher não é para celebrar as mulher, se chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher e levar a uma tomada de consciência do valor da pessoa, perceber o seu papel na sociedade, contestar e rever preconceitos e limitações que vêm sendo impostos à mulher?"
Não! Em tempos foi, hoje já não é assim.
Hoje em dia há um ridicularização deste dia, que sim, deveria relembrar todas estas questões que realmente são importantes mas que são descuradas em muitas sociedades deste nosso planeta. Tornou-se (como tantos outros dias internacionais) propaganda, marketing, só para encher as mulheres com flores e postalinhos ridículos. E no resto dos dias? Não somos mulheres? Será que só nos dão valor uma vez por ano? Só lutamos por nós mesmas uma vez por ano? Só fazemos valer os nossos direitos e valores uma única vez por ano?!
E para me enervar ainda mais, toda a minha faculdade está cheia de frases a celebrar este dia. Frases essas feitas por crianças entre os 5 e os 8 anos, que dizem o seguinte:
"Ser mulher é...
- "tomar conta dos filhos."
- "fazer comida."
- "ser vaidosa."
- "andar de colares e batom."
entre tantas outras coisas estapafúrdias...
Meus meninos, ide para casa ensinar às vossas mães o que realmente é ser mulher, por favor...
É esta a visão que queremos que as futuras gerações tenham do que é Ser Mulher...?Ser mulher é ser igual ao homem. É termos as mesmas oportunidades, direitos e deveres. É lutar 365 dias por ano pela igualdade de sexos.
Chega de feminismos e machismo, sexismos retrogados!
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22 de fevereiro de 2010
"Porquê a mim?" Bernardo Teixeira
Esta é a história de um rapaz que sofreu abusos sexuais na Casa Pia.
Tive o previlégio de o ter presente num trabalho meu para a faculdade e de poder ter conversado com ele em jeito mais privado e particular, antes desta mesma apresentação. Apesar de me ter elucidado em duas horas tudo aquilo por que passou, não há nada como ler o livro onde retrata tudo ao pormenor.
É impenssável e inacreditável como tudo isto pôde ter acontecido a centenas de crianças, numa instituição do Estado que prometia a salvaguarda e o bem estar de todas as que tinha a seu cargo.
É revoltante e absurdo como, apesar de todos sabermos a verdade, ninguém sair punido.
É desumana a forma como este rapaz - e todos os outros -, hoje jovem adulto, foi deixado ao abandono, sozinho, durante um processo que o fez chegar ao limite da pobreza. Da dignidade humana. Da injustiça. Da dor e do sofrimento.
Pela primeira pessoa, conseguimos (quaze, porque tamanhas barbaridades são impossiveis de imaginar a cem por cento) colocar-nos na pele de quem esteve envolvido (como vítima) no processo mais escandaloso da História portuguesa. Conseguimos sentir um bocadinho daquilo por que ele passou. E sentimos que, para alguns, a vida será sempre um antro de armadilhas, como o próprio elucida.
Agradeço também a conversa que tivemos com Bernardo Teixeira, pois vai-me dar muita bagagemzinha para o que se aproxima.
Podia ficar aqui a contar a história, mas não o faço para que a conheçam por vocês mesmos. Leiam. É sem dúvida um dos relatos mais emocionantes, contado na primeira pessoa, verídico, que alguma vez poderão ler.
Hoje, penso no porquê. O porquê de tudo isto acontecer. Se eu acreditasse em muitas coisas, poderia pensar que numa outra vida me portei muito mal e que por isso estava agora a ser castigado. Mas eu já não acredito em Deus. Sou alguém que apenas acredita naquilo que vê. E principalmente, sou um jovem, que acredita no Homem.Acredito que o Homem é capaz de grandes feitos. Feitos que podem levar a que as nossas vidas sejam vividas com alegria e sorte. Mas também sei que o Homem é capaz de criar teias e armadilhas, teias que nos enrolem e armadilhas que nos façam cair.
Em jeito de conclusão, daqui para a frente estarei mais atenta. Hei-de dar sempre ouvidos. Defenderei os que, inflizmente, no nosso país não são ouvidos dignamente. E, sobretudo, protegê-los daquilo que ninguém merece viver.
Sei que não posso mudar o mundo. Nem mesmo o nosso país que cada vez mais vai decaindo. Mas sei que posso tentar mudar o espaço pequenino onde vivo. Basta querer e crer. Ter vontade e acreditar que é possivel. Se assim não fosse, continuávamos sempre no mesmo. Evolução era palavra que não existia.
Só espero que mais pensem como eu...
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17 de fevereiro de 2010
terá sido por ser sexta-feira?
Sexta-feira acordei com vontade de ralhar com o mundo inteiro; de bater em toda a gente somente porque estava demasiado alterada; de dizer tudo o que penso e que tenho guardado aqui dentro há já uns tempos jeitosos; de apertar o pescoço à pessoa que se lembrou de só abrir 50 vagas para o meu Mestrado; de mandar àquela parte as pessoas que insistem numa resposta que eu não quero dar; de fugir daqi nem que fosse só por umas horas, para poder acalmar o espírito; de eliminar todos aqeles qe não prestam e ficar só com elas e ele; de ficar no meu canto, isolar-me de todos, sem que ninguem me chateasse!; e acordei com vontade de tantas outras coisas, mas, o mais triste é que acordei sem vontade de sorrir uma vez que fosse e nem sequer tinha explicação para o meu estado de espírito tão disparatado e oposto do costume! Talvez a explicação seja o acumular de tantas coisa que têm vindo a acontecer. Duma maneira ou de outra, eu não tenho que estar sempre a sorrir!... Mesmo que quizesse, não conseguiria. O meu espírito livre não chega a tanto.
Em dias como este, não me façam perguntas...
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12 de janeiro de 2010
Conclusão do dia...
Muito obrigada a todas essas pessoas que
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9 de janeiro de 2010
inspiradora
Sabes quando conversamos tanto e tão bem com uma pessoa que sentimos sempre que aprendemos qualquer coisa? Qualquer coisinha, mesmo que pequena? Ou quando ouvimos essa pessoa falar com tanto fervor e convicção naquilo que diz que ficamos inspirados durante dias? Ou quando nos faz abrir os olhos para aquilo que estamos prestes a ver (mesmo que não queiramos) e nos assusta, mas dá-nos motivação para continuarmos? Felizmente tenho a sorte de conhecer tal pessoa... Faz-me todos os dias reflectir naquilo que faço, trabalho e estudo e dá-me a certeza de estar a investir exactamente naquilo que quero fazer para o resto da vida. Dá-me uma preparação e uma perspectiva que nunca pensei vir a ter, essencial para a minha prática futura. Dá-me (algumas, pois sei que nunca poderei ter todas) bases para saber fazer aquilo que quero e vou fazer. Dá-me a conhecer as causas e os motivos pelos quais estamos aqui e a importância de aqui continuarmos. Dá-me a inspiração necessária para com a minha ainda incompleta e prematura sabedoria construir projectos causadores de mudança. Inspiração para, mesmo nas horas mais difíceis, me lembrar que estou aqui por um motivo, uma causa nobre (se não a mais nobre de todas) que poucos entendem. Tenho vindo a conhecer mecanismos que não fazia ideia que pudessem existir e causas pelas quais podemos (e devemos) lutar e fazerem-se ouvir, tudo para que um dia isto seja um bocadinho melhor do que aquilo que é. Dou agora mais importância a circunstâncias que me passavam ao lado despropositadamente e sinto cada vez mais que estou numa missão de vida, pela qual todos os dias me vou fazer ouvir.
É por isto que não me importo que digam que é foleiro, que é pouco trabalhoso, fácil e sem complicações, que digam até que é desnecessário, pois sei que não será apenas um ofício como os outros. Será sim uma missão de vida, pela qual todos os dias me vou fazer ouvir, cada vez mais alto, mesmo que não queiram ou continuem a pensar que é inútil...! Também não entendo quem fica atónito ou apático perante tal pessoa e pergunto-me o que é que estão aqui a fazer…
Apenas acredito que se todos os meus mentores, professores, pedagogos, orientadores e todos os demais que me transmitem qualquer coisa assim fossem, tenho a certeza absoluta que partiríamos com um legado capaz de tudo e qualquer coisa!
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3 de janeiro de 2010
alguém vende um bocadinho de vontade?
Não me apetece.
Nada me apetece.
Olho para a pilha de trabalhos que tenho para fazer, para a quantidade de matéria que tenho para estudar e simplesmente não me apetece.
Estou sem vontade.
Então olho lá para fora; apetece-me sair.
Mas apercebo-me que está a chover, está frio e vento. Assim também não me apetece.
Que faço?
Só queria ter um bocadinho muito pequenino de vontade. Nem me apetece rir, sequer...
Que faço?
Rendo-me às obrigações, ou fico refastelada no sofá a ver as horas passar, evitando fazer aquilo que devia estar a fazer neste preciso momento?
Não sei.
Acho que vou ficar a meditar no assunto...
Nada me apetece.
Olho para a pilha de trabalhos que tenho para fazer, para a quantidade de matéria que tenho para estudar e simplesmente não me apetece.
Estou sem vontade.
Então olho lá para fora; apetece-me sair.
Mas apercebo-me que está a chover, está frio e vento. Assim também não me apetece.
Que faço?
Só queria ter um bocadinho muito pequenino de vontade. Nem me apetece rir, sequer...
Que faço?
Rendo-me às obrigações, ou fico refastelada no sofá a ver as horas passar, evitando fazer aquilo que devia estar a fazer neste preciso momento?
Não sei.
Acho que vou ficar a meditar no assunto...
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